<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-7870269888209815826</id><updated>2012-02-16T09:54:22.930-08:00</updated><category term='POLITICAL SCIENCE'/><title type='text'>O METAFORISMO HISTÓRICO E OS DEBATES POLÍTICOS</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://metaforismo-fonseca-robbins.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7870269888209815826/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://metaforismo-fonseca-robbins.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>John &amp;amp;  Maria da Conceição Fonseca-Robbins</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00532680108437733394</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-85cQPVLQTr4/Tx_ud4S-kbI/AAAAAAAAB4s/M02twSlPJPM/s220/fon_robb_coatofarms_163x250_163x250.png'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>1</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7870269888209815826.post-2061876798252294176</id><published>2007-01-25T06:48:00.000-08:00</published><updated>2008-07-05T08:15:15.149-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='POLITICAL SCIENCE'/><title type='text'>O METAFORISMO HISTÓRICO E OS DEBATES POLÍTICOS</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_f-dGgjy8LD8/SG-PNF0o2II/AAAAAAAAAF4/52IIVXv4cSw/s1600-h/fon-rob.redsunset.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5219547948209723522" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_f-dGgjy8LD8/SG-PNF0o2II/AAAAAAAAAF4/52IIVXv4cSw/s400/fon-rob.redsunset.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;"Red Sunset"&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O METAFORISMO HISTÓRICO&lt;br /&gt;E OS DEBATES POLÍTICOS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No âmbito académico da comunicação política, existe imensa literatura acerca da investigação no uso de metáforas nos debates políticos. Uma das divisões desta literatura concentra-se na retórica da política externa americana, focando especialmente a linguagem usada por presidentes em tempos de crise ou guerra. Seja pela interpretação do estilo usado, na política externa ou noutra arena política, a maioria dos colaboradores desta literatura baseia-se na proposição que as metáforas não são meramente flores de retórica ou decoração; mas transgressões voluntariamente cometidas, que nos provocam, seduzem, e, essencialmente nos conduzem a uma interpretação e resposta a temas ou eventos de um modo diferente. Na adopção desta perspectiva, “escolásticos” da comunicação política enriquecem os seus conhecimentos com base na sabedoria dos antigos comentadores políticos – incluindo Aristóteles (384-322 a. C.), que observou há mais de dois milénios que o metaforismo imaginativo pelos actores políticos induz no receptor a “ver situações”, que doutra forma seriam iludentes ou incompreensíveis – bem como nos resultados obtidos pelos psicólogos cognitivos modernos, que desde há muito reconheceram, que a forma das pessoas interpretaram e responderam a uma nova informação, depende em parte do modo como essa informação é apresentada ou “encaixilhada”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porque as metáforas, por definição, direccionam a concentração mental às similaridades em vários domínios, os receptores são convidados a visualizar um tema ou fenómeno no contexto doutro tema ou fenómeno. O metaforismo é um inestimável instrumento de persuasão política. Em primeiro lugar, as características das metáforas “activam o consciente e subconsciente, originando respostas racionais e emocionais” dos receptores. Sugerindo que um líder político – “actua como Hitler”, por exemplo, é apto a produzir uma resposta mais emocional do que a mera sugestão – “actua como um chefe opressivo dum regime autoritário”, porque, evidentemente, existem emoções fortes associadas ao nome de Hitler. É este aspecto das metáforas, ou seja, a sua habilidade evocativa de associações tanto racionais como irracionais, e emocionais – que permite aos actores políticos o uso das metáforas para “ameaçar ou assegurar, aqueles que queremos encorajar a serem apoiantes ou apáticos”. Em segundo lugar, as metáforas actuam como poderosos instrumentos de retórica, porque podem ser utilizadas subtilmente com frases sugestivas ou referências oblíquas evocando uma particular metáfora, sem necessariamente expô-la explicitamente. A obliquidade favorece variados objectivos: nos casos onde seria considerado impolítico fomentar quaisquer comparações ou asserções, as alusões metafóricas permitem aos oradores a sugestão dessas conexões e, ao mesmo tempo, a negação de tal afirmação. Seleccionando as metáforas com rigor, os actores políticos podem calibrar mensagens às sensibilidades, preconceitos, e associações emocionais de particular audiências.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O estudo do metaforismo nos debates políticos, oferece o empolgamento e a iluminação necessária e crucial ao constante esforço das sociedades na compreensão das suas experiências e do mundo em que vivemos.&lt;br /&gt;John Fonseca-Robbins.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7870269888209815826-2061876798252294176?l=metaforismo-fonseca-robbins.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://metaforismo-fonseca-robbins.blogspot.com/feeds/2061876798252294176/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7870269888209815826&amp;postID=2061876798252294176' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7870269888209815826/posts/default/2061876798252294176'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7870269888209815826/posts/default/2061876798252294176'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://metaforismo-fonseca-robbins.blogspot.com/2007/01/o-metaforismo-e-os-debates-poticos.html' title='O METAFORISMO HISTÓRICO E OS DEBATES POLÍTICOS'/><author><name>John &amp;amp;  Maria da Conceição Fonseca-Robbins</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00532680108437733394</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-85cQPVLQTr4/Tx_ud4S-kbI/AAAAAAAAB4s/M02twSlPJPM/s220/fon_robb_coatofarms_163x250_163x250.png'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_f-dGgjy8LD8/SG-PNF0o2II/AAAAAAAAAF4/52IIVXv4cSw/s72-c/fon-rob.redsunset.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
